Uma história digna do cinema. A morte do promotor da Argentina, Alberto Nisman, é um labirinto de possibilidades, um enigma que as autoridades locais e a população tentam decifrar. Uma morte real, com detalhes minuciosos, que os peritos (profissional imprescindível para decifrar e descobrir pistas invisíveis) começam a revelar.
A primeira versão era de que Nisman tinha cometido suicídio. Ele foi encontrado morto no banheiro com uma arma de lado, a porta estava trancada e não havia outra entrada.
A segunda versão, após a perícia, derrubou a primeira, impressão digital foi encontrada, uma porta reserva também, os seguranças estavam no térreo, teste de pólvora na mão do promotor deu negativo.
Os argentinos e o mundo perguntam se a morte do promotor foi suicídio ou quem o matou? Um desfecho que pode ser surpreendente.
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